COMUNICADO

Oi gente!

É provável que vcs notem que em alguns posts do blog há fotos que não aparecem ou não abrem ampliadas em outra janela. Nós tivemos problemas com a hospedagem dessas imagens, por isso algumas foram perdidas.
Já estamos trabalhando a fim de recuperá-las (temos backup, ainda bem!). O processo levará algum tempo, mas vai dar tudo certo.
Agradecemos pelo apoio recebido até o momento, e contamos com a compreensão de vcs. <3
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Balanço 2011 - OS MELHORES DO ANO - Parte 2

 

Na segunda parte a gente mostra:

  1. Bases
  2. Corretivos
  3. Pós
  4. Blushes
  5. Bronzers / Iluminadores
  6. Batons / Balms

 

1. BASES

Milena

Não sei porque, esse ano me desempolguei com bases líquidas. Usei poucas, na maior parte do tempo fazia a pele com corretivo e completava com pó. Do meio do ano pra cá, adquiri 3 cores de Dermablend em creme* e passei a usá-las de forma localizada, apenas nas manchinhas do rosto. Elas ficam com a primeira posição das bases, então. Em segundo lugar, a base líquida mais usada: Diorskin Forever.

*1 da Vichy Dermablend Base Corretiva de Alta Cobertura e 2 Dermablend Cover Creme (a Vichy foi descontinuada, a segunda mudou de fórmula. Ainda se acha a fórmula antiga da Dermablend Cover Creme no Ebay).

 

Renata Burberry Sheer Foundation, NARS Sheer Glow, Dermablend Cover Creme.

 

2. CORRETIVOS

Milena

Como a maioria sabe, esse é o item de make que eu mais invisto/gosto/vario, então foram muitos. Mas os 3 mais usados:
Maybelline Dream Mousse (foi descontinuado e fiz estoque pra durar 3 vidas). Maybelline Fit Me (tô curtindo MUITO, achei super parecido com o MAC Select Moisture Cover, só que é ainda mais fácil de usar, achei a textura melhor).
Eve Pearl Salmon Concealer (maravilhoso, mas precisa de mais cuidados na aplicação, por isso uso menos).

 

Renata

Dermablend Smooth Indulgence Concealer, MAC Select Moisturecover, Make Up For Ever Professional Lift Concealer, Benefit Erase Paste.

 

3. PÓS

Milena

Me apaixonei de novo pelo Blot Pressed Powder da MAC e esse ano ele voltou pra primeira posição.

Renata

Guerlain Meteorites Perles Illuminating Powder Teint Rose (retiradas as bolinhas brancas super cheias de glitter), Laura Mercier Brightening Powder (olhos).

 

4. BLUSHES

Milena

Sem condição de eu listar meus blushes preferidos aqui. Eles são meus itens favoritos de make ao lado dos corretivos, por isso vou ter que fazer um post só pra eles. Então vou ter que resumir (muito). Tenho outros que amo tanto quanto, até de marcas bem mais caras, mas os mais usados em 2011 foram esses 3:
- Luminous, da Milani (não é da linha baked, é o normal) em primeiro lugar. Pêssego/coral universal, com glow dourado (“glow” mesmo, não tem nenhum brilhinho visível). Levanta minha aparência, me deixa com cara de saudável e combina com qualquer coisa e qualquer estação. Amo.
- Pinky, da NYX. Rosa frio e meio neon, dá uma corzinha natural de “tava frio lá fora” às maçãs do rosto. Tem um leve brilho perolado (sem partículas visíveis), funciona como blush e iluminador em um produto só. Lindo. OBS: não vou mentir quanto aos blushes mais usados, mas não pretendo comprar mais NADA da NYX, até a marca aprender a respeitar as consumidoras brasileiras (mais sobre o assunto por vir no “Chuta que é Macumba” deste ano).
- Caramelo, da Avon. Blush neutro que não fica cor de abóbora (façamos um “viva!” a isso). Básico e coringa. Tem uns glitters toscos na embalagem, mas no rosto eles não aparecem – ainda bem, odeio glitter.

 

Renata

Chanel Rose Bronze (LE), MAC Mineralize Blush Love Thing, Sleek Sunrise, O Boticário blush líquido “rosado”.

 

5. BRONZERS / ILUMINADORES

Milena

Meu bronzer (único na minha coleção, deixei só ele) continua o mesmo: bronzer do duo Contouring Blush & Bronzing Powder da ELF.
Iluminador também só tenho um: Bourjois Délice de Poudre. Discreto e diferente de todos os outros iluminadores em pó que eu já vi.
Ando me interessando por iluminadores, e acho que no ano que vem veremos novidades nesse quesito. :P

 

Renata

MAC Mineralize Blush Pressed Amber, Pixi Flawless Beauty Primer Even Skin.

 

6. BATONS / BALMS

Milena

Aí lascou. Tô numa crise de batom. Cansei dessas corezinhas da moda (essas que todo-mundo-corre-atrás-ao-mesmo-tempo-mimimi) e ando tentando voltar para os batons neutros que não são nudes, mas não tô apaixonada por nenhum. Nada me dá aqueeela satisfação, sabe. Então variei muito, não sei se houve um favorito em 2011, acho que essa posição ficou em aberto. Tenho usado o Avon Colordisiac na cor Passion e o Avon ColorTrend Crystal na cor Morango Choque. Mas nenhum deles é o que eu estou procurando, ainda. :/
O mais usado durante o ano foi o meu “batonzinho do carro”, o O Boticário Intense na cor 25, um rosinha discreto. Deixo ele no porta-trecos do carro e quando saio de casa correndo (ou seja, sempre) passo batom quando paro no sinal. Como ele é baratinho, não fico neurótica de derreter nem nada assim.
Também ando preferindo fórmulas mais leves e hidratantes. Batons como os acabamentos Satin e Amplified da MAC têm me incomodado, por deixarem uma sensação pesada nos lábios, uma camada grossa. Recentemente comprei um acabamento Lustre, vamos ver se eu gosto.

Balm favorito EVER: Carmex Moisture Plus Clear. Pare tudo que vc está fazendo agora e vá comprar esse balm no Ebay. Tipo, AGORA. Vc PRECISA dele. Juro. <3

 

Renata

Julie Hewett Gem Noir, Julie Hewett Film Noir (stain), Julie Hewett Celeste, Benefit Benetint, Lipstick Queen Shine On “black tie optional” (gloss).

 

Aqui tem a parte 1 dos melhores de 2011.
Vem ainda a parte 3 e o “Chuta que é Macumba”. :)

 

segunda-feira, 14 de março de 2011

Batons da NYX – dicas, resenha e (muitos!) swatches

 

Já tem muito tempo que eu venho enrolando pra fazer este post, por falta de coragem pra fazer as fotos (tem vários futuros posts na mesma situação…). Pra quem nunca tentou, tirar foto de batom é uma desgraça. A cor nunca fica igual de uma foto pra outra, e nenhuma fica igual ao batom ao vivo. É preciso luz natural, e um dia nem muito ensolarado nem muito nublado. Respirei fundo e aproveitei o fim de semana pra fotografar TODOS os meus DEZ batons da NYX. Com direito a foto da bala, swatch no braço, nos lábios, e foto de rosto inteiro.
Foi muito traumatizante, hahahaha, então por favor sejam gente boa me dêem um tapinha nas costas ao final do post, rsrs.

Porque né, se é pra fazer, vamos fazer direito! Procurei muitos swatches na net quando estava escolhendo quais batons comprar e posso dizer que praticamente nenhum me deu uma referência precisa das cores que selecionei. De que adianta fazer swatch de batom rosa na luza amarela, e ele sair laranja na foto? Mais atrapalha que ajuda, pô. Pra fazer swatch que nem meu traseiro, prefiro nem fazer.
As fotos que coloquei aqui estão, a meu ver, bem fiéis às cores verdadeiras dos batons.

sábado, 12 de março de 2011

Sleek Pout Polish

mar 012

Já que a Mi falou da paleta da Sleek, vou passar essa resenha na frente das outras porque assim quem quiser pode aproveitar o frete e já encomendar um desses junto com a sombra, querendo.

Afinal, o que é? Não sei, e acho que nem eles sabem. No website está na categoria “lip gloss”, e na descrição está como “tinted lip conditioner”. O nome do produto sabiamente não especifica uma coisa nem outra.

Eu diria que é uma mistura de “lip gloss” com “lip tint” com batom com “lip stain” e com “cheek stain”. Mesmo essa descrição absurda não decifra o enigma do pout polish.

E é bom?

Ô !!!

Primeiro deixa eu contar dessa cor, que é a Raspberry Souffle - 944. Comprei num desapego, lacrado, nem dava pra ver tão bem a cor quando comprei. Depois eu soube que era edição limitada, então se vocês procurarem provavelmente não vão achar essa cor, pelo menos não no momento, e não no website da Sleek.

Não sei se os outros também são assim “multicromáticos”, mas esse é assim… Meio furtacor. Tentei fotografar isso (acho que aumentando a foto – clique nela – até dá pra ver), mas é super difícil capturar esse tipo de coisa em fotografia – pelo menos pra mim que sou uma fotógrafa mané. Mas talvez dê pra ver que ele tem um brilho esquisito que não é dourado, nem é perolado, é um troço tão curioso! Não é glitter, nem é cintilante, nem perolado, nada disso. Na verdade, na boca nem aparece, só talvez ajude a dar um efeito dimensional aos lábios, mas de modo algum se vê QUALQUER cintilância.

mar 013

E dá pra usar isso de tantos jeitos! Experimentei alguns modos, e olhem o tanto que falta de produto: um tiquinho! Só encostar o dedo já traz um monte de cor.

Eu gosto de usar bem pouquinho, nos lábios, fica com uma cor ultra natural (olhando na embalagem qualquer pessoa juraria que não, né? mas fica), rosadinho, corzinha de boca corada, e com acabamento de balm. Na foto parece um nada, né? Isso porque é bem natural, na verdade minha boca quase não tem cor.

sleek pout 6

Se usar mais, vai intensificando a cor, e essa fica intensa até uma cor bem viva (Não sei que nome tem essa cor. Ajuda, Mi!) e com acabamento de gloss.

Tudo isso e ele ainda tinge os lábios, a cor duuuuuuura!

Funciona lindamente como blush, ou “cheek stain”. A cor fica levíssima ou intensa, como quiser. Aqui também fica esse tom rosado natural, e o acabamento é super discreto, não fica melado, não, porque se usa beeem pouquinho. E aí esse “brilho” (não é brilho, tá?) furtacor aí mostra a que vem: dá um glow, uma vida às bochechas. (na foto, a aplicação à esquerda)

sleek pout 3 três intensidades e três acabamentos diferentes, e dá pra ficar mais intenso e glossy ainda

É uma solução fantástica pra tardes cansadas, é o próprio produto Reanimator.

Ah, e tem um cheirinho de chocolate, ou baunilha. (Sou péssima pra descrever cheiros, viu?)

Essa cor é legal, mas é rosa, né? Ando inclinada aos vermelhos leves e transparentes, penso que a cor scandal deve ser uma coisa lindíssima. Ou a electro peach. Hmmmmm Mas essa também é bem legal.

Ah, vou colocar mais uma foto pra vocês verem o tamanho (absurdo) do pote. Do jeito que rende, vai durar bem! Essa foto está mostrando, além do potão, o meu dedo machucado e com a unha toda esculachada, mas não dava pra tirar, e´a referência pro tamanho. rs

mar 016

Resumo: eu amei.

Quer?

Aqui: sleek pout polish

Entregam no Brasil, frete $13,50.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A louca do lip balm

Aha, vcs acharam que eu só tinha tara por corretivos, né? rs
Não sei se só eu sou assim, mas eu passo por umas fases de mania… Teve época que peguei nojinho de blush, hoje eu adoro. Já gostei de gloss, hoje me dá nervoso. Sei lá. Não sei se eu sou doida, ou se essas coisas acontecem com todo mundo.

Uma das coisas que eu (re)descobri recentemente foram os balms. Eu não via muita graça neles antigamente, e nem sei dizer o porquê. De vez em quando eu usava manteiga de cacau para dormir, e só. Mas de uns tempos pra cá eu tenho usado por baixo de batons, quando estou de bobeira em casa, pra dormir, ou seja: o tempo todo. E que diferença! Meus lábios ficam sempre hidratados, muito mais bonitos.

Acho muito difícil ter um balm só, por melhor que ele seja. Eu definitivamente NÃO sou fiel em matéria de maquiagem, gosto mesmo de testar e experimentar coisas novas o tempo todo. Então, por que seria diferente com os balms, certo? Ainda mais sendo eles tão divertidos e baratinhos!

Então vim mostrar pra vcs meus balms preferidos e o que eu acho de cada um:

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Batom Rimmel London Lasting Finish Airy Fairy – Minha paixão do momento

Eu cresci chamando máscara pra cílios de rímel. Passei um bom tempo achando que esse era o nome do produto (só fui ouvir falar em “máscara” alguns anos atrás, e ainda não me conformo com esse nome horrível), mas na verdade é o nome de uma marca. É que nem chamar lâmina de barbear de “gilete” (assim, escrito errado mesmo), sabe?

Pois então. Quando eu estive na Argentina ano passado, eu vi o stand da Rimmel e não dei bola pra ele. Sei lá, nunca tinha catado nenhuma resenha da marca, e o visual das embalagens não me impressionou. Deixei quieto.

Dessa vez foi diferente. De uns tempos pra cá, a Rimmel ganhou espaço entre as americanas no YouTube, e vários produtinhos viraram febre. Entre eles, o Lasting Finish Intense Wear Lipstick na cor Airy Fairy (70).

Uma das coisas que eu estava decidida a comprar era um batom rosa claro, com um quê de neutro, pra usar no dia-a-dia, deixar na bolsa, etc.
Estava entre o Rimmel na cor Airy Fairy e o Maybelline na cor Born With It (outro queridinho das americanas). Cheguei até a procurar o Maybelline primeiro, mas achei ele muito transparente (blé).

Quando fui procurar o Rimmel, tive que ralar um pouco até encontrar, pois estava esgotado em todos os lugares. Era chegar no stand e ver o lugar dele vazio.
Quando finalmente encontrei, me apaixonei. A cor é linda de morrer, o cheiro é uma delícia, a textura é super gostosa, e a pigmentação muito boa (mesmo sendo clarinho ele cobre bem, sem ficar reboco).

(calma que o post é longo mas vem muita foto aí ainda…) :P

Maaaaaaaaaaaaaaaaaaas… Mesmo assim não pude levar. Por quê? Porque o batom não vem lacrado (aliás, o da Maybelline também não). Qualquer um pode chegar, abrir e meter o dedão. E, certo como 2 e 2 são 4, o que eu encontrei estava todo detonado. Quase morri de ódio.
Aí eu fui perseguindo o danado por todas as drugstores que a gente entrava e, quando acabei dando de cara com ele, não pensei 2 vezes. Acho que paguei uns 6 dólares.

Durante a viagem, eu revezei ele com um coral da MAC que comprei por lá. O Rimmel era o meu batom de toda hora, por ser bem usável, e fácil de passar. Bem gostosinho de usar, hidrata os lábios sem escorrer. Na brincadeira de praia / ar condicionado, ele impediu meus lábios de ficarem destruídos, e vivia na minha bolsa.

A cor não é tão clara a ponto de ser um nude pra apagar a boca, nem tão rosa a ponto de limitar. Ele é um nude-cor-de-boca-rosado, digamos assim. rs
Acho que fica bem para muitos tons de pele. É bem neutro mesmo, nem muito frio nem muito quente, e tem uma leve – muuuuuuuuuuito leve MESMO – cintilância dourada. Nada metalizado, nem com brilhos, nem nada assim. É só… um “cheirinho” de dourado, assim meio nacarado. O suficiente pra dar um pouco de volume aos lábios, sem exageros.
Pra mim, esse detalhe faz toda a diferença e deixa a cor única, suave e feminina.

Na boca, na luz natural

Swatch, com flash

Quanto ao “Lasting finish”…. Hum. Acho essa afirmação um baita exagero da marca, pois ele definitivamente não é de longa duração. Não some rápido, mas também não dura mais que um batom normal.
O ponto positivo é que ele vai sumindo numa boa, sem manchar, nem acumular na parte de dentro dos lábios (odeio batom que faz isso).
Se fosse eu, em vez de chamar de “batom de efeito duradouro”, chamaria de “batom hidratante”, ou “batom confortável”. rs

No final das contas, eu gostei tanto que trouxe 3. Um eu dei de presente, e fiquei com 2 pra mim. Um fica na minha gaveta de batons, outro na minha bolsa.
Comprei todos por preços e em momentos diferentes. Paguei 5 dólares no segundo, e acho que menos de 4 dólares no terceiro, numa promoção.

Várias iluminações diferentes

Com flash, que “puxa” o rosa da cor

Marido outro dia veio me beijar quando eu estava com o Airy Fairy e quis saber que batom era. Quando eu estranhei e perguntei a razão, ele disse que o batom era cheiroso e tinha gosto bom. rs
Mais uma vantagem, né? haha

Nossa, acho que nunca escrevi tanto pra falar de um batom…

:-O

Bom fim de semana!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Batonzinho nude Maybelline – minha paixonite do momento


Não é novidade pra ninguém que eu adoro um batom nude, certo? E embora eu tenha vários legais, a gente sempre tá em busca do “nude perfeito”… Mesmo que essa “perfeição” varie com o humor da gente, a make que a gente faz, o tom de pele no inverno/verão, e por aí vai.
Por essas e outras, volta e meia um deles cai na minha preferência do momento e eu o adoto como meu nude default, até alguma coisa mudar e eu fazer um novo rodízio.

Agora, com o inverno, a minha pele mais clarinha e o frio castigando os lábios, eu caí de amores pelo Maybelline Hydra Extreme na cor 300 - Nude Brown.

Olhando pra bala, ele parece igual aos trocentos batons nude que a gente encontra por aí: uma bala bege/caramelo, sem nada que chame muito a atenção. Mas na boca ele sai daquela mesmice de cor amarelada meio doce-de-leite que a maioria dos nudes de marcas brasileiras têm. Ele é NEUTRO. Ponto. Sem ser amarelo demais, sem ser marrom demais, sem ser rosado demais, sem ser acinzentado. Fica do tom da minha pele sem me deixar morta nem apagada nem com cara de doente. Ou seja: perfection.
Como eu disse antes, pode ser que com a pele bronzeada eu opte por outro. Mas o fato é que até hoje eu nunca tinha gostado tanto de um nude como gosto deste.

(foto com flash)

Bom, isso foi sobre a cor. E o resto?
Surpreendentemente, a cobertura é excelente!! Todo mundo sabe que eu odeio batom transparente. E essa belezinha cobre bem, e o melhor: sem precisar de mil camadas.
A textura também é muito boa. Extremamente hidratante sem ser “escorrento” (tradução: não derrete nem borra). O mais legal é que apesar da boa cobertura, ele não pesa nada nos lábios, não é grosso nem viscoso. Por isso mesmo é super confortável.
A duração é que não é grandes coisas. Na verdade, ele requer retoques frequentes. Mas como essa é a última preocupação na minha longa lista de exigências, relevo alegremente.
O cheiro é bem doce, tipo baunilha ou algo assim. Não me agrada especialmente, mas tampouco me incomoda.

(foto com flash)

Resumindo: classifico como um batom BOM. E não bom para o preço que custa (paguei cerca de 11 reais). BOM por qualquer parâmetro.

Há algum tempo eu fiz um post enorme de avaliação dos meus batons, e tinha classificado o Maybelline como um batom mediano, sem grandes atrativos. Acontece que as cores que eu tinha meio que escorriam, fazendo com que o batom fosse incômodo de usar.
Bem, eu não sei se eles mudararm alguma coisa na fórmula, ou se o próprio pigmento faz com que o mesmo produto se comporte de uma maneira diferente nos lábios, dependendo da cor. Mas este Nude Brown é muito superior aos outros que eu tenho da mesma linha (que são bem antigos).

Aliás, a dica do Nude Brown foi da Damaris, deixada num comentário nesse mesmo post sobre meus batons. Ela falou com tanto carinho, que eu anotei mentalmente a sugestão e, quando dei de cara com ele numa farmácia da vida, resolvi experimentar. Não me arrependi, a dica foi boa.

Como ponto negativo, eu cito a embalagem. Não é feia (também não é bonita), mas é muito vagabunda frágil. O plástico é fino e quebra à toa. Todos os que eu tive racharam na tampa, mesmo sem nunca terem passeado pela bolsa. Então acredito que é questão de tempo até acontecer com esse também. Devo dizer que é muito irritante quando acontece.

Eu estou apaixonada e tenho usado direto. Acho que ele dá uma “levantada” no meu visual (o que é curioso, já que em teoria ele apaga os lábios), me deixando com aparência de desperta, descansada. Tenho reparado que recebo elogios quando uso.

Nos lábios:

Na foto estou usando:

Lábios: Maybelline Hydra Extreme na cor Nude Brown 300
Corretivo: Capricho Pocket na cor bege Médio, O Boticário
Base: Revlon ColorStay Mineral Mousse na cor Medium Deep
Rímel: Supershock, Avon

Fica a dica pra quem procura algo do tipo que seja um verdadeiro BBB.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

NYX Jumbo Lip Pencil – Soft Fuschia – Review e swatches


Bom, não é segredo que há alguns dias atrás eu andei meio jururu. Nessas, de andança no shopping depois do almoço, maridão vira pra mim e fala:

_ Ok, escolhe um presente.
_ Hein? Que presente?
_ Um presente, ué. Qualquer coisa. Pode ser da MAC, escolhe lá.
_ :O

E eu lá vou discutir? rs

O mais engraçado é que eu entrei na MAC, fucei, fucei, e não quis nada. kkkk
Depois, claro, lembrei de mil coisas que eu poderia ter escolhido. Mas sei lá, eu acho que compras assim vc tem que sentir vontade de fazer. Senão não tem graça. E lá na hora, olhando as coisas na loja, nada chamou meu nome.

Daí, passeando, a gente deu de cara com o balcão da NYX. Como a NYX sempre marcou presença na minha wishlist e, exceto pelo corretivo, eu não tinha nada deles, resolvi ver as cores dos blushes e dos batons. Afinal, eu danço com os produtos deles no carrinho há tempos e pesquiso swatches na net, mas nunca me lembro de ver as cores ao vivo.
Gostei de vários blushes, mas a coleção de batons estava bem pobrinha desfalcada. Não consegui conferir nenhum dos tons que me interessavam. Uma pena.

Vendo a minha decepção com as cores disponíveis dos Round Lipsticks, o vendedor me perguntou de que tons eu gostava, e me indicou o Jumbo Lip Pencil na cor Soft Fuschia.
Confesso que peguei o lápis meio de má vontade, mas quando testei, me apaixonei. A cor é mesmo linda!! E não, a cor não tem nada a ver com o nome e muito menos com o swatch no site da marca.


  (No close do lápis, a cor está mais amarelada que ao vivo)

Ele está naquela gama de cores que eu gosto e da qual não costumo me afastar muito: é um rosé da família “cor-de-boca”. Um rosa antigo, nem muito quente nem muito frio.
Parecido com o meu adorado Rose Elegance da Koloss, mas com cobertura e duração bem melhores.

(em iluminações diferentes)

O motivo que até então tinha feito eu ignorar completamente o Jumbo Lip Pencil é que a minhas experiências anteriores com lápis-batom (de marcas variadas) nunca foram boas. Todos que eu tinha experimentado até hoje eram duros de passar, ressecavam os lábios… Não curti. Então eu tinha desencanado desse tipo de produto.

Mas o JLP é muito diferente de todos os lápis-batom que eu já vi.
Ele é extremamente macio e gostoso de usar/passar. A cobertura impressionou, ainda mais por ele não ser um batom escuro. E, apesar da maciez, ele se mantém fixo no lugar sem escorrer nem derreter. E dura HORAS! Por essas características, acho que ele parece muito com o Batom ColorStay da Revlon, que eu também adoro (a diferença é que esse último tem a textura um pouco mais fina, e fica mais “sequinho” depois de assentar).
O brilho é bonito, é brilho discreto de batom cremoso. Na medida certa. E por várias vezes, quando eu achei que ele estava ficando meio “apagadinho”, bastou fazer atrito com os lábios pra dar uma acordada na cor e no brilho.
Como nada é perfeito, o cheiro é ruinzinho: tem aquele cheiro comum de giz de cera. Mas depois de aplicado, não se sente mais. Ainda prefiro isso do que cheiros ruins e adocicados/esquisitos, como os batons da Vult e da Koloss.

Compramos no quiosque mesmo, e aqui no Brasil o preço dele é R$ 29… Ainda tentei argumentar com o marido que pela net era mais barato, mas ele disse que em presente não se dá pitaco. Tá certo, né? rs

Tenho usado direto e gostado bastante. É meu batom preferido do momento.

Aproveitei que gostei do produto e que a Cherry Culture estava em promoção, e finalmente saí da pista de dança, hehe. Pedi mais alguns batonzinhos da marca. :)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Único batom de alta duração que eu gosto: Revlon ColorStay Soft and Smooth

 

De maneira geral, eu não gosto de batons de alta duração. Experimentei o da MAC, da Maybelline, tive um da Art Deco. Todos tinham o mesmo problema: formavam uma pasta estranha que grudava nos lábios e ficavam super desconfortáveis, além de deixar os lábios feios (com aparência ressecada e sulcos muito marcados). Todos os que eu citei são líquidos com aplicador em forma de gloss e vêm com uma espécie de gloss ou balm transparente pra tentar minimizar essa vibe “cola seca” o que, além de não resolver, ainda deixa tudo melado. Resumindo: eu acho horrível.

Foi com o pé super atrás que, há algum tempo, eu encomendei um batom de longa duração pra minha prima, que ia à NY. Eu tenho uma simpatia danada pela Revlon, pois praticamente tudo que usei deles até hoje foi motivo de satisfação. E como lá fora a marca custa barato, achei que valia a pena arriscar. Não me arrependi.

O Batom Revlon ColorStay Soft and Smooth é diferente dos demais com a mesma proposta. Ele é BEM mais leve, e não tem essa de vir com balm/gloss.
Logo que vc aplica, ele é muito, MUITO cremoso. Desliza suavemente nos lábios e é muito fácil de espalhar, com boa pigmentação e cobertura  uniforme. Apesar da cremosidade (afe), a aplicação é precisa; ele fica exatamente onde vc coloca, sem escorrer.
Depois de um tempo, ele também seca. Mas a diferença é que devido à textura super fininha, eu não sinto ele “pesando” nos lábios. Não fica aquela camada grossa e grudenta, que repuxa a boca. Ele fica seco, mas não resseca (dá pra entender? rs).

A cor que eu tenho é a Nude Cashmere, que é um nude meio caramelo, com um leve toque de coral. Fica parecido com a minha pele, mas não deixa aquela coisa “boca de defunto”. Na época, era o único tom puxado pra nude da linha, mas eles aumentaram a gama de cores recentemente. Agora há também a cor Smooth Nude (que é a que eu teria escolhido se estivesse disponível).

Mas o legal do Nude Cashmere é que ele uniformiza a cor dos lábios e, como fica sequinho, eu posso usar com outro por cima, sem misturar nem fazer a caca que fica quando eu tento fazer isso com corretivo. Ou seja, ele acaba funcionando como uma base, pois é até bem opaco e corrige a diferença de pigmentação dos meus lábios. E, pelo menos pra mim, não altera a cor do batom usado por cima.
Mas fica lindo também se usado sozinho, ou só com um gloss por cima.

Uso muito por baixo do Nude, do Nude Rose (ambos da Elke) e do Frozen (Koloss). Sozinhos, esse batons não me dão uma cobertura 100% opaca, por serem mais claros que minha boca. Mas com o da Revlon por baixo, eu não tenho esse problema. E com esse combo, a duração aumenta.

Caçando no Google e no Youtube, dá pra ver alguns swatches e resenhas. Tem muitas cores bonitas, algumas lançadas depois de eu adquirir o meu. Além do Smooth Nude, há vários tons de rosa e de coral, vermelhos, etc. Ando pensando seriamente em investir em mais um. :)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Batonzinho “Obey inspired”


coral

Sempre gostei de batons corais. Nos anos 80 usei muuuuuuuuito, até de repente ele entrar pro rol de “cafonices imperdoáveis” do mundo da maquiagem. Eis que por ora os corais foram perdoados e voltaram com força total (já que o mundo da beleza/moda passa por um revival dos 80, até que faz sentido).

No entanto, não curto corais muito avermelhados e puxados demais pra um cor de abóbora vivo, como Morange e Vegas Volt (ótimos swatches aqui, mostrados pela Karen). Pelo menos não em mim. Eu prefiro aquele coralzinho clássico, rosado, mais puxadinho pro salmão.

Depois de ver o post da Vic sobre o Obey, da Illamasqua, senti que tinha encontrado uma inspiração interessante. Ele não é tão tradicional e acho que é difícil de usar, mas é bonito. Parece um tom meio pastel e neon ao mesmo tempo, se é que isso é possível.
Na verdade, o “fator neon” não me encheu os olhos, mas o tom de coral do batom é muito interessante.

Inspirada pela saudade dos corais e com aval da moda atual, lá fui eu catar um coralzinho pra chamar de meu. Fiz uma tentativa com o Femelle da Tracta mas, apesar da cor linda na bala, não gostei da pigmentação nem do acabamento.

Dei uma desencanada depois desse post que fiz, que inclusive me motivou a separar 1/3 dos meus batons pra desapego. Eu estava determinada a não comprar mais batons a torto e a direito, só por causa de cor. E até venho fazendo isso mesmo. Já passei por muito batom fofinho e, visando um objetivo maior, deixei de comprar.

Só que eu me dei conta de uma coisa: certas cores talvez não valham um grande investimento, né? Por que gastar muito numa cor de batom que vc quer usar por um tempo limitado, ou muito de vez em quando?
Abri uma exceção na minha regra auto imposta e decidi que, nesses casos, vou me permitir investir num batom menos que “perfeito” e só me divertir, sem grandes expectativas de performance.

Eis que, com esse pensamento em mente, eu tava sem saber ONDE achar um coralzinho bacana e barato. Foi quando dei de cara, totalmente sem querer, com o Vult nº 14.

Confesso que até hoje nunca tinha sequer reparado nas cores dos batons da linha normal da Vult. Mas algo no 14 me chamou a atenção pelo cantinho do olho, e fui conferir.
Fiquei bem surpresa quando vi o coralzinho delicado. Ele é um equilíbrio perfeito de “aceso” e discreto e, com o meu tom de pele, a combinação é muito agradável.
Fica um batom pro dia-a-dia, mas que sai do nude. Tá quase na categoria dos cor-de-boca, mas com uma bossinha a mais.

(Aqui a cobertura tá mais leve porque apliquei por cima do balm)

O acabamento é cremoso, com brilho discreto. A cobertura/pigmentação é bem razoável (é com isso que eu sou mais chata). E até que ele durou bem nos lábios, viu.
Como pontos negativos, vem o cheiro (bem ruim), e o fato de não ser muito hidratante.

Então, NÃO, não é igual. É só “inspired” mesmo. Mas pra quem tá em dúvida se segura um Obey (tem que ter ousadia, né), pode fazer um test drive com essa versão, que é mais light.
Por 4 reais e uns trocados, não é mau negócio!

PS: Entre hoje e amanhã respondo os comentários atrasados, ok? ;)
Nem ia dar bola pro caso do batom mofado, porque na boa… Eu nem quero outro igual. Mas tantas meninas acharam um absurdo, que até vou correr atrás e ver o que o SAC diz.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Contando meus batons + swatches dos meus vermelhos


Continuando a saga da contagem (que está a prestação), aqui vai o total dos meus batons, glosses e balms:

BATONS:
- 24 + 1 paleta

GLOSSES:
- 3 + 1 paleta

BALMS:
- 6


Tenho um no carro, um na bolsa, alguns na maletinha de make, mas guardo os preferidos aqui, sempre à mão:

Esses são os que ficaram comigo, mas separei para o desapego 12 batons e 5 glosses (é, não sou mesmo ligada em gloss…).

De qualquer forma, meu total geral era 36, o que eu não acho nada tremendamente absurdo. Agora que caiu pra 24, melhor ainda.
Desse 24, eu uso direto uns 10, pois gosto de variar. O resto fica pra usos ocasionais. Mas não tem nenhum que eu não goste ou não use pelo menos de vez em quando.


Isso é… Tirando os meus vermelhos. Eu tinha feito uma resolução de ano novo que era “conseguir usar batom vermelho”. Porque… Pô, eu adoro vermelho. COMO PODE eu não conseguir usar batom vermelho???
Mas gente, eu não sei o que acontece. O fato é que eu travo. Eu uso meus batons vermelhos dentro de casa (não tô zoando), fico desfilando pra lá e pra cá. E, na hora de sair pela porta, eu amarelo e tiro tudo, troco por um cor de boca. :S

Pra me forçar dar estímulo, no começo do ano eu investi num MAC Red. Fiquei com medo de pegar o Ruby Woo e, como eu não gosto de vermelhos alaranjados, optei pelo MAC Red. Ele tem fundo azulado e é super bonitão, mas achei meio fechado demais pra minha boca pequena. Acho que teria sido melhor o Ruby Woo mesmo (posso morrer de cagaço, mas já que é pra ser vermelho, bora ser escandaloso, né).
Agora, de posse do MAC Red, eu posso comparar os swatches na net e vejo que o RW seria mais parecido com o meu saudoso tom de vermelho ideal, único que eu conseguia usar e que eu cato até hoje (alguém ainda não conhece a história?).

Outra tentativa que eu fiz foi o Raspberry Mate Cremoso da Contém 1 g. Eu não curto a fórmula (cada dia resseca mais, qualquer dia vira pedra) nem a embalagem do batom (MIL VEZES um batom em bala!), mas achei a cor linda. Puxado pro rosa também, achei o nome perfeito. Ele é mesmo um vermelho framboesa.
Daí que, no primeiro dia que eu ia arriscar sair com ele na rua, fui mostrar pra minha mãe e ela singelamente respondeu “Nossa, que que é isso????”. ¬¬
Nunca desinflei tão rápido na minha vida, perdi a confiança na hora. A Renata também detonou dizendo que era “vermelho dos anos 80”. :/
De lá pra cá, ele habita a minha gaveta e colore minha boca apenas dentro de casa, quando me dá a louca. Uma única vez passou pelo batente da porta, quando fui buscar uma pizza na portaria do prédio. O rapaz da pizzaria me chamou de mocinha. Achei engraçado, rs. Mas não foi o suficiente pra me animar.

Enfim, bora ver os swatches, né?

MAC Red (saiu um pouco mais claro na foto, do que ao vivo):

 

Raspberry Mate Cremoso

PS: SIM, esses batons estão gastos de serem usados DENTRO DE CASA, ok? Eu tenho problemas.


SWATCHES:
À esquerda: MAC Red
À direita: Raspberry Mate

É isso. :/

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