COMUNICADO

Oi gente!

É provável que vcs notem que em alguns posts do blog há fotos que não aparecem ou não abrem ampliadas em outra janela. Nós tivemos problemas com a hospedagem dessas imagens, por isso algumas foram perdidas.
Já estamos trabalhando a fim de recuperá-las (temos backup, ainda bem!). O processo levará algum tempo, mas vai dar tudo certo.
Agradecemos pelo apoio recebido até o momento, e contamos com a compreensão de vcs. <3
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Base Avon Extra Lasting

 

Recebi para testar da Avon a nova base líquida Extra Lasting. Se tem uma coisa que eu gosto de testar, é base. Não só porque morro de curiosidade para ver o resultado, mas também porque eu ainda não encontrei A base perfeita, aquela à qual serei fiel até o leito de morte (será que isso existe, ou são expectativas irreais? Hm.).

Bem, de qualquer forma, vou matar logo o suspense: não foi dessa vez que me apaixonei por uma base da Avon, infelizmente.

Como pontos positivos, ela tem uma boa consistência (líquida, nem muito rala nem muito espessa), é fácil de espalhar/aplicar (fica uniforme com a mão ou com o pincel, não dá pra errar), não fica aparente na pele, não é pesada, transfere pouco, tem cheirinho agradável.

Maaaasss… Como pontos negativos destaco a cobertura muito, MUITO fraca. E, ao contrário do que a descrição do produto me levava a acreditar, aquela impressão de base que “não seca”, que quem tem a pele oleosa acha desconfortável e, instintivamente, rejeita.
Explicando melhor, não é bem que ela não seque; fica com sensação de que não secou, sabe. NECESSITA de pó (achei impossível dispensar o pó).

Antes das fotos, peço perdão pela cara inchada e miserável de convalescente de gripe que passou a noite em claro.

Eu precisei de duas camadas de pó para ficar como está aí na foto e sossegar com ela no rosto, sem ter vontade de lavar. Note que ainda assim ela tem um certo brilho, o que deixa os poros e defeitinhos no relevo do rosto mais evidentes.
Não é que eu goste de pele mate-esturricada estilo reboco, sabe. Sei que se formos considerar como é a pele da gente ao natural, esse “brilho” é normal. Mas se ela fica assim logo após a aplicação do pó, sei que é questão de pouco tempo para o brilho começar a aumentar.
O que eu procuro numa base em termos de acabamento é algo que seja matificante, porque sei que minha pele vence esse efeito inicial em pouco tempo. E aí sim, algum tempo depois da aplicação, eu obtenho um resultado de pele mais natural. Por isso, pra mim a Extra Lasting não serviu.

É preciso ressaltar que tem gente que gosta desse tipo de acabamento. Pessoas que não gostam de bases matificantes e curtem efeito “dewy” podem gostar desse produto. Eu também acho que ela é mais indicada para peles normais, mistas e secas do que oleosas.
Aconselho a levar em conta o meu tipo de pele (extremamente oleosa) ao interpretar a resenha.

Manchas e sardas bem à vista… :(

Já a questão da cobertura é mais complicada. Eu certamente não gosto de base efeito máscara, mas como prezo a sensação de rosto nu, não gosto de colocar uma camada de produto na pele se esse produto não ajuda o suficiente na hora de camuflar imperfeições.
Não espero que uma base líquida cubra minhas manchas por completo, mas normalmente eu consigo ao menos disfarçar as sardas e amenizar os melasmas. Com a Extra Lasting, como se vê acima, isso não aconteceu.
Cada mancha, sarda e diferença de pigmentação continuaram evidentes. E aplicar mais de uma camada da base na tentativa de aumentar a cobertura não pareceu surtir muito efeito. :(
Acho que ela pode satisfazer quem não tem esse tipo de problema, e quer apenas uma tonalidade mais uniforme. Nesse caso, é realmente uma das bases que vai proporcionar resultado mais leve e natural possível. Pode ser legal pra quem é jovem e ainda tem a pele perfeitinha (saudade…!).
Mas se a intenção for cobrir sardas, manchas e espinhas, eu diria que a decepção é quase certa.

Super zoom nas costas da mão para ver a cobertura (notem o arranhão levemente avermelhado em volta):

Antes:

Depois

Não melhorou muito,né. :/ 

~~~~~~~~

Vou me desviar um pouquinho do foco do post e aproveitar a oportunidade para dizer que eu respeito muito a relação que a Avon mantém com os blogs. Não lembro há quanto tempo recebemos produtos para teste, mas nunca – repito, NUNCA – a empresa fez qualquer ressalva, pedido, recomendação, instrução, censura ou impôs prazo às resenhas dos produtos enviados.
Sim, tem empresa que manda produto e depois cobra o post. Ou fica lendo o seu blog para ter certeza de que vc publicou resenha de cada produto que recebeu, senão te tira da lista de marketing (oi, Vichy!). Ou pede uma “prévia” pra avaliar o conteúdo antes de ir à público. Dessas empresas, a gente não faz questão de receber nada, e já recusou várias ofertas que vinham com condições atreladas. Não pela qualidade dos produtos, mas pela postura em relação às resenhas.

Então eu fico meio chateada quando tenho uma resenha negativa de um produto da Avon, mas ao mesmo tempo me sinto no dever de ajudar alguém com a minha opinião, se eu puder.

Pra quem ficou curioso, a gente não resenha tudo que a Avon manda, por vários motivos.
Nós temos um perfil um pouco diferente da maioria dos blogs, por causa da nossa idade. Tem muitos lançamentos direcionados a públicos de outras faixas etárias, então esses a gente geralmente deixa passar. E quando todo mundo está falando do mesmo assunto (os lançamentos de maior repercussão, por exemplo), a gente acha desnecessário fazer um post se não puder acrescentar nada de novo ao que já foi falado.

Mas as coisas que se destacam aparecem aqui no blog. Muita coisa legal e que a gente indica, e outras que não funcionaram.

É isso. A gente reclama do que tem que reclamar, e fala bem do que tem que falar, certo? ;)

Bom fim de semana! :D

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O preço dos cosméticos nacionais – um desabafo

Bom, eu já vou avisando que estou escrevendo este post por estar muito P da vida. Então pode ser que vcs notem que o texto fica meio emocional em algumas partes, e que a minha indignação transparece em vários momentos. Mas tudo bem porque, além de ser uma reflexão, o post também é uma espécie de desabafo. Desabafo de brasileira, de consumidora, de pessoa que se sente enganada e tratada como palhaça.
Já faz tempo que eu ando com vontade de comentar sobre os preços da indústria de cosméticos no Brasil. Vinha até preparando um post com indicações de produtos brasileiros que eu acho que são REALMENTE bons e têm uma excelente relação custo-benefício (“vinha” não. Venho. Vou soltar em breve.). Mas hoje eu vou falar do aspecto oposto.
Apesar do exemplo que vou usar abaixo, quero dizer que ele não é a única motivação para o assunto do post. É apenas UMA delas.

Enfim, dêem só uma olhada (só clicar na foto que aumenta):

Preço do blush Make B à venda n’O Boticário de Portugal: 13,90 € (equivalente a R$ 34,19)






Preço do blush Make B à venda n’O Boticário do BRASIL: R$ 56,90



 
Deixa eu só escrever de novo, pra ficar bem claro:

- Em Portugal, vc paga TRINTA E QUATRO REAIS.
- No BRASIL, vc paga CINQUENTA E SEIS REAIS.
- A diferença é de VINTE E DOIS REAIS, ou 65% a MAIS.

E aí, tá se sentindo mais respeitada como consumidora no Brasil? Tá se achando mais valorizada, sabendo que vc paga mais caro por um produto NACIONAL, do que a sua colega européia que tá comprando o mesmo produto, sendo que pra ela é importado?

Analisando o caso:

Eu gostaria de imaginar que existe uma explicação lógica pra isso. Que não se trata apenas de ganância típica das empresas nacionais para cima do já tão sofrido bolso brasileiro.
Será que os impostos sobre a venda dos produtos aqui são tão maiores que justificam uma diferença de 65% no valor final, mesmo depois de computados os impostos de importação em Portugal? Não pensem que não considerei essa hipótese.
Só que um detalhe curioso me faz questionar essa teoria: isso não acontece com todos os produtos. Os batons da linha Intense, por exemplo, são mais caros em Portugal (uma diferença de pouco mais de 10%). Confiram aqui (Brasil: R$ 10,90) e aqui (Portugal: 4,90 € = R$ 12,05)
Aí fica difícil justificar, né?
Se alguém puder me explicar que tipo de imposto pode causar esse aumento seletivo, ou provar que existe outra razão que inocente a empresa de ser a única responsável pela diferença de preços, eu estou disposta a ouvir. Porque no momento, pelos dados levantados, a minha conclusão é a mais óbvia: cobram mais caro da gente porque querem. Simples assim.

Sobre os preços do mercado nacional em geral:

Brasil é país de rico, certo? Nossa carga tributária está entre as maiores do mundo. Assim como a energia, automóveis, combustível, serviços de internet, TV por assinatura, telefonia… Até o McDonald’s aqui é um dos mais caros do mundo! E esses são apenas alguns exemplos. Por que as empresas nacionais de cosméticos seriam diferentes?

Por algumas vezes pensei em fazer uma confissão aqui, mas evitava porque sei que vai ter gente me chamando de esnobe, alienada e sei lá mais o quê. Mas é o seguinte: fora raríssimas exceções, eu já desisti de comprar maquiagem nacional.
Não é só porque pelo mesmo preço eu consigo coisa muito melhor lá fora (o que é verdade. Desculpa, mas eu não vou pagar num batom da Contém 1g mais do que eu pago num MAC.). Mas principalmente por sentir que as marcas nacionais se aproveitam desse boom recente na área de beleza pra jogar seus preços lá em cima e explorar a gente mesmo. E eu não gosto de me sentir explorada, prefiro gastar meu dinheiro em outro lugar.

A gente vive ouvindo a história que as marcas contam quando questionadas sobre seus preços, né? Que a matéria prima é cara, que pesquisa no Brasil é cara, que não podem concorrer com marcas importadas etc.
Aí, quando a marca importada entra no país pelo triplo (algumas vezes até mais) do que custa lá fora, vc pensa “bom, pelo menos agora a indústria nacional está protegida e pode correr atrás do interesse do público, para fornecer um produto que alie qualidade e BOM PREÇO”.
Só que o que acontece é o seguinte: a empresa tupiniquim aproveita o preço da make importada, vai lá e aumenta seus produtos. E isso vira um círculo vicioso e nada muda - com exceção dos preços, cada vez mais altos.

Sei que os impostos aqui são ridículos de tão altos, mas eu também ando de SACO CHEIO de gente jogando a culpa de tudo no tal do imposto.

O exemplo mais recente desse cacoete foi de uma marca que nem nacional é, mas já aprendeu a culpar os impostos: a resposta que a Eyeko deu quando questionada sobre o preço diferenciado para as brasileiras em seu site no exterior.
Pra quem não sabe, enquanto o mundo inteiro paga 19 dólares num produto, o Brasil paga 45 (no 2Beauty tem a história toda, vale uma lida nos comments). A resposta foi que o valor do site (na Inglaterra, veja bem) “incluía as taxas de importação”.
O que acontece é que a marca veio para o Brasil e – aí sim - com os impostos, os produtos que ela traz para cá ficam mais caros. E, para obrigar as brasileiras a comprar os produtos AQUI, a marca aumentou o preço para o Brasil também no site internacional. Mas não tem taxa nenhuma incluída nesse preço. Se vc optar por comprar lá, continua correndo o risco de ser taxada.
Até aí, tudo bem, a empresa tem o direito de escolher atender o mercado brasileiro da forma que quiser. Duro é ter que ouvir esse tipo de resposta em vez de ser informada com a verdade. Não sei vcs, mas isso me mata de ódio.

Enfim, não estou aqui dizendo que ninguém que compra produtos dessas marcas está “errado”, nem é meu objetivo obrigar ninguém a concordar comigo. Mas eu convido todos a fazerem uma reflexão a respeito dessas empresas e suas políticas de preços. Acho que se o consumidor está ciente daquilo que está fazendo, não há problema nenhum. O que me incomoda é a idéia de alguém pagar caro porque não tem todas as informações ou porque não tem opção.

Pra ser justa, não estou criticando só O Boticário não. Também incluo na lista de preços “viajantes” a Tracta, Duda Molinos, a Natura e a Contém 1g.

Pessoalmente, as ÚNICAS coisas do Boticário que eu acho que valem a pena são os batons e sombras da linha Intense e o corretivo Capricho Pocket. Mas provavelmente não comprarei mais.


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Resenha Revlon PhotoReady Concealer + papo sobre anúncios-spam

Ois! Hoje tem resenha, e melhor: de corretivo! YAY, todas comemora. ^^

Desde a notícia da retirada do Dream Mousse Concealer de linha, eu resolvi testar alguns novos corretivos de drugstore pra substituí-lo no meu dia-a-dia.

Tenho outros corretivos mais caros que não uso “pra batê”, como o Bobbi Brown Corrector e o Eve Pearl Salmon Concealer. Mesmo porque, nem sei se são meus preferidos mesmo. Um é bem grossinho e pode ficar “cakey” demais se não tomar cuidado, o outro é muito cremoso e levinho e por isso não dura tanto. Ambos precisam ser assentados com pó e eu classifico isso como “aquele tipo de corretivo que dá mais trabalho pra passar”, e por isso não uso sempre; só quando tô com saco (o que às 6 da manhã é quase nunca).

Já me conformei que o Dream Mousse era mega top fodástico e que vai ser difícil encontrar algum que se iguale. Mas como corretivo é minha mania, não vou dizer que sofro ao ficar procurando e testando produtos novos. É sempre aquela emoção e aquele suspense quando vc acha um candidato promissor, né?

Anyway, o Revlon PhotoReady Concealer foi um dos últimos que comprei.

Ele é um corretivo de bastão, bem encorpado e pigmentado. Não obstante (vamu falá bunito!), não repuxa a pele na hora de aplicar, pelo contrário: tem uma textura levemente aerada e desliza super fácil sob os olhos.
Aplico direto com o bastão sobre a pele, espalho com os dedos (de qualquer jeito mesmo) e fica joinha. É praticamente impossível ter alguma dificuldade em aplicar esse corretivo.

A cobertura é média. Apesar de pigmentado, ele fica mais natural se “esticado” durante a aplicação, e por isso perde um pouco da opacidade. Mas o resultado é bem discreto e natural, não craquela nem fica pesado. Fica com aparência de pele mesmo. No geral, ele consegue um bom disfarce para olheiras e ganha pontos pela extrema praticidade.

Em termos de fixação, notei que depois de umas 5 horas ele começa a desbotar. Não some por completo, mas se vc é do tipo que prefere retocar a maquiagem, essa seria a hora (sempre lembrando que esse é o resultado em uma pele oleosa).
Se vc não exagerar na aplicação, ele não acumula. Se precisar caprichar um pouco mais na cobertura e aplicar outra camada (tem dia que a olheira tá f*da, né) ele acumula um pouquinho depois de alguns minutos. Mas é só passar o dedo que resolve, e depois fica tudo tranquilo.
Não uso pó pra assentar, não acho necessário. Ele fica acetinado e com um acabamento bem bacana.

Sem nada:

Na cor Medium, aplicado direto do bastão sobre a pele: 
Espalhado com o dedo:

Como eu estava em dúvida de que cor comprar, acabei com duas: a Medium e a Medium Deep. Os tons puxam um pouco pro amarelo, o que não é o ideal pra mim… Mas apesar disso, as 2 cores ficaram boas, dá pra usar qualquer uma.
Quando aplicados concentrados, os tons são diferentes. Mas depois de espalhados, a diferença é mínima. Se eu fosse escolher um só, acho que ficaria com o mais claro, que puxa um pouquinho mais pro bege e menos pro amarelo.

Swatches concentrados na pele: Medium Deep e Medium

Sem flash: Medium Deep e Medium

Com flash: Medium Deep e Medium 

Tem 2 pontos negativos nesse corretivo:

- Um é o cheiro. PQP, tem cheiro de massinha de modelar velha. Horrível.
Mas detalhe importante, que faz toda a diferença pra mim: o cheiro não fica na pele. Nem nos dedos. Se ficasse seria brabo, mas a sorte é que some. Só incomoda na hora de abrir a embalagem, e ainda bem que tá diminuindo. Mas não deixa de ser irritante, né?

- Outra coisa é um aspecto BIZARRO, que eu juro que não entendo. A porcaria do corretivo tem brilhinhos!!!
Não dá pra ver em qualquer luz, verdade seja dita. Eu mesma só fui descobrir isso vários dias depois de começar a usar! Estava no carro e, ao olhar no retrovisor, o sol bateu de um jeito que deu pra ver. Então é justo dizer que os brilhos praticamente não aparecem.
Mas dá pra resumir em um parágrafo o que eu penso da idéia de colocar brilhos em um corretivo:

Idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota, idiota.

Acho que deu pra entender, né? ¬¬

Enfim, como os brilhos quase nunca aparecem (tentei tirar foto deles hoje e não consegui), eu finjo pra mim mesma que eles não estão lá e dane-se. O que os olhos não vêem, não me estressa.

Resumindo, achei legal e não me arrependi da compra. Super prático pra deixar na bolsa, ganha tempo no dia-a-dia, perfeito pra quando vc não está com o MENOR saco de se maquiar. Faço até a pele com ele, quando a cara não tá ajudando e a preguiça impera (e fica bonita, viu… Gosto do acabamento!).

É um corretivo digno, é como quebra-galho é excelente.

Encomendei com a fofa da Nini da Beauty Star Boutique. :)

Lá fora custa entre 7 e 10 dólares, e se acha em farmácias, supermercados, etc.

 

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Mudando de pato pra ganso:

Eu tinha reclamado aqui de anúncios que entram sozinhos, com som super alto e que não têm como desligar/pausar.
Até agora, vi do Vanish, Veet e do Air Wick (guardei bem os nomes das marcas que é pra boicotar).
E depois do anúncio, entra um joguinho com uma musiquinha irritante e mais alta ainda e que N-Ã-O D-E-S-L-I-G-A.


Enfim, no curto espaço de tempo entre eu soltar o post e agora, algumas coisas aconteceram:

1. Parece que os anúncios foram consertados e agora começam com som mudo. Em ambos os sites anteriormente citados. Quer dizer, deve ter sido consertado pela agência que teve a infeliz idéia.
Continua o problema do joguinho em flash que entra logo depois, no entanto. O som é alto e não há como parar.

2. A Christine me escreveu há pouco e pediu novas informações, disse que o contato dela na agência não conseguiu identificar a fonte do anúncio, mas que como parte do serviço é terceirizado, vai tentar descobrir mais detalhes.

Meu comentário não foi mesmo autorizado, mas acho que isso é o de menos. Pode ter sido pra evitar discussão paralela no blog, então fica difícil avaliar.

Para evitar injustiça, vou esperar pra ver o que acontece e me colocar à disposição pra ajudar no que for preciso, se houver realmente a oportunidade de eliminar essas pragas de anúncios.

Aqui, vejo os anúncios em português. Alguém de fora do Brasil, pra dizer como (ou SE) tocam aí?

sexta-feira, 11 de março de 2011

Um carinho e um pouquinho mais sobre nós

Quando eu comecei a escrever aqui, eu sabia que ia acabar conhecendo várias pessoas, e essa perspectiva de interação me agradou. Poder conversar com as leitoras, encontrar outras blogueiras… Essa sempre foi uma parte legal do pacote de ter um blog. Só não esperava encontrar tanta gente atenciosa, generosa, simpática e carinhosa através do Makeupalooza. Gente que sai do próprio caminho para ajudar, que escreve uma palavra de conforto quando vc precisa, que comemora junto quando vc está contente, e isso tudo me surpreendeu. A mim, burra velha de internet e veterana de redes sociais. Já devia estar acostumada, né? :P

E aí, de vez em quando algum gesto espontâneo de simpatia ou carinho pega a gente desprevenida, e dá um nozinho na garganta. Dependendo do motivo pelo qual vc faz um blog, um reconhecimento desses vale mais que 100 mil acessos, sabe. E lembra que o esforço que o blog às vezes exige vale a pena.

Há alguns dias, a Everyn escreveu perguntando se a gente topava responder a uma entrevista pro blog dela, o Fútil Pero No Mucho. Eu confesso que fico meio sem graça com esse tipo de coisa, hehe. Mas as perguntas eram legais, e no final acabei gostando da experiência.

Quem quiser conhecer um pouquinho mais da gente, confere a entrevista lá. Tem bastaaaaaaaaaaante pergunta! :P
Eu e Re respondemos sem lermos as respostas uma da outra, o que foi bem legal.


Queria agradecer à Everyn pelas palavras e pela gentileza. Aproveito para convidar vcs a conhecer os blogs que ela mantém:

Me encantei com as fotos da visita ao KatasRaj Temple, e pedi permissão para publicar algumas aqui.

Lindo, né?

É muito interessante aprender sobre outras culturas e lugares, e é preciso bastante coragem para viver num país tão diferente!

Um beijo, Everyn, e muito obrigada. :-*

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Produtos “famosos”: você REALMENTE precisa de todos eles?


Espero que este post possa ser de auxílio para quem está começando no mundo da make. Não no sentido de dizer como se maquiar, porque eu não sou autoridade nesse assunto. Mas lembro que quando eu comecei a ler blogs de make e ver resenhas, eu descobri um mundo de coisas consideradas absolutamente “necessárias” e que – caramba - eu não tinha!

Eu gostava de make e me maquiava direitinho, mas de um dia pro outro fiquei sabendo que eu não tinha curvex, primer para sombras, pincel de esfumar, e mais um bando de outras coisas! E fiquei querendo tudo “pra ontem”, e pensando em COMO eu sobrevivi tanto tempo sem essas coisas básicas, e me achando uma baita caloura em matéria de maquiagem.

Muita informação de uma vez só pode fazer a gente se sentir confuso e ter vontade de recuperar o tempo perdido, e é muito fácil cair numa espiral consumista e sair comprando as coisas que todo mundo diz que são um MUST. Eu sei que EU fiz isso no começo!

Como resultado, eu fiquei com várias coisas que não uso ou que não serviram pra mim. Não que esses produtos famosos não sejam bons, mas eles certamente não são inquestionavelmente necessários nem servem para todo mundo.

Definir seus objetivos e saber o que serve pra vc é a chave para investir bem o seu dinheiro e montar uma coleção funcional de maquiagem.

A seguir eu listo alguns produtos super citados como “must-have” e que, dependendo do que vc quer/precisa, podem não ser tão úteis, de acordo com a minha experiência:

 

  • Curvex Shu Uemura

shu

Tanto se fala do Shu-Uemura, que eu não descansei enquanto não gastei 20 dólares em um. E pra quê? Pra mofar na minha gaveta. Explico: o produto é ruim? Claro que não. Com tanta gente que assina embaixo, acho que ele deve fazer maravilhas pelos cílios de muitas meninas.
O problema é que os MEUS cílios não curvam. Ou melhor dizendo, eles não ficam curvados por mais que 10 minutos, seja usando o Shu-Uemura ou um curvex da Prada. Então, a ferramenta acabou se tornando inútil para mim.

Normalmente eu acho que, se vc vai comprar algo, é melhor guardar dinheiro durante um tempo e investir em algo BOM, do que gastar com produtos mais ou menos para depois acabar comprando um mais caro do mesmo jeito. Mas nesse caso, eu poderia ter experimentado com outros modelos de curvex, para avaliar se meus cílios aceitam curvatura. Porque o Shu-Uemura tem mais qualidade, uma modelagem melhor e tal, mas ele não faz milagre. Há modelos baratos e super bem avaliados, como o da linha de 1 dólar da ELF, por exemplo.

Se eu soubesse no começo o que eu sei hoje, eu teria economizado 20 dólares e saberia que o segredo da curvatura dos meus cílios está na fórmula do rímel que eu uso.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Testes em animais - “qual sua posição”?

cosmeticos_genericos

Resposta da Mi:

Daí que eu recebi essa pergunta por e-mail, de uma leitora. Eu não sei qual a intenção da pessoa por trás dessa pergunta, mas eu vou dizer a impressão que me dá quando vejo alguém fazer uma pergunta do gênero.

E a impressão que me dá é: armadilha + cobrança + julgamento.

Eu sou uma pessoa comum, que escreve sobre um hobby. Eu não sou uma figura de autoridade pública nem uma representante/modelo de nada para dever satisfações nem precisar explicar ou justificar publicamente qualquer opinião pessoal que eu venha a ter.

“Qual sua posição a respeito de… (insira aqui seu tema polêmico favorito)” nunca é uma mera curiosidade. Na minha experiência, SEMPRE vem acompanhada de julgamento, cobrança, imputação de responsabilidade, etc. Seja “posição a respeito de” testes em animais, aborto, legalização das drogas, o que for.
A pessoa que faz a pergunta está interessada em fazer um julgamento moral, em colocar o entrevistado de um lado ou de outro de uma questão que, pra quem perguntou, tem 2 lados: ou é preto, ou é branco.
E o mundo é feito de muitos tons de cinza.

Outra coisa que me incomoda nesse tipo de pergunta é a repercussão que a resposta costuma causar, se for do desagrado de quem perguntou. Pra vc que responde é apenas uma opinião. Pra quem perguntou, é um tratado assinado em pedra. Essa “mera opinião” vai ser cobrada/lembrada/criticada no futuro, mesmo que vc mude de idéia mais tarde. E, se mudar, esteja preparado para ser chamado de incoerente.

A armadilha, a meu ver, se nota em pequenos detalhes, como:

“Sei que a Renata tem uma gatinha e que a Milena é fã de alguns produtos de empresas que realizam testes, como a Maybelline/L'oréal”  -  (trecho do e-mail)

Perceberam a sutileza? É quase como dizer “a Renata parece ser fã de animais, a Milena gosta de empresas que torturam bichinhos”. Não exatamente a mesma coisa, mas quase. Foi deixado aí um espaço para ser mais tarde defendido como “mal entendido”. rs

Eu também tenho uma cachorrinha, e já tive hamsters, porquinhos da índia, gerbils, coelho. Eu fiz trabalho voluntário por vários anos para um abrigo de animais. Mas peraí… Eu como carne. Eu uso couro. Uau, e agora? Isso faz de mim uma pessoa tolerante ou intolerante com crueldade animal?

Esses pequenos fragmentos que a gente (eu, a Re, vc, qualquer um) deixa passar durante a nossa exposição na internet não dizem NADA a respeito de quem somos ou o que pensamos. Mesmo porque é muito difícil julgar como uma pessoa pensa por informações isoladas e descontextualizadas.

Eu não acho legal macacos traumatizados por laboratórios, nem gosto de saber que ursos são confinados em gaiolas minúsculas para retirada de sua bile. Eu não acho legal matança de baleias e de bebês foca.
E é óbvio que se fosse possível, eu preferia que nenhum animal sofresse nas mãos dos homens por motivos fúteis. Mas o que é um motivo fútil? Onde fica a linha? Comer carne é diferente de comer vitela? Bota de couro é diferente de gorro forrado de pele?
Parabéns para quem consegue ver a questão em preto e branco. Eu não consigo, e acho que os limites estão nos princípios de cada um.

Durante uma vida, é praticamente impossível evitar de usar produtos testados em animais; seja uma pasta de dente, shampoo, um produto de limpeza, uma ração de cachorrro, ou até uma batata Pringles (sim, a Pringles pertence a uma empresa que faz testes em animais). Sem falar em remédios, né? Tanto aqueles que salvam vidas quanto aqueles que simplesmente diminuem o desconforto.
Algumas empresas cruelty-free pertencem a grupos de empresas que testam em animais. Ou seja: o produto em si pode não ser testado em animais, mas quem lucra com ele no final? No fim, o dinheiro muitas vezes vai parar no mesmo lugar.

Há ainda outra questão importante: particamente tudo que é usado hoje em matéria de cosméticos já foi, em algum ponto na história, testado em animais. Se hoje algumas empresas não fazem mais testes, é porque as propriedades desses ingredientes já são conhecidas.
E não podemos esquecer que várias empresas que anunciam que não fazem testes em animais muitas vezes estão se referindo ao produto FINAL, o que não quer necessariamente dizer que elas não comprem matéria prima de outras que testam.

Eu torço mesmo pra que um dia todos os testes – de cosméticos, de remédios, whatever – feitos em animais sejam desnecessários. E seria legal se todos os métodos de abate fossem humanitários.
Mas enquanto isso não ocorre, eu não deixo de comer carne. E também não saio na rua tacando spray de color jet em quem usa casaco de pele.

Então, qual é a minha “posição”? A vontade é de responder “não interessa”, porque isso é PESSOAL. Mas, a despeito de acreditar que eu não devo satisfação quanto a isso, eu vou responder. Resumindo, eu caí voluntariamente na armadilha e estou ciente disso:
Eu NÃO TENHO POSIÇÃO NENHUMA. Não me sinto no direito de julgar quem escolhe produtos com base em testes de animais.

Num mundo cheio de tons de cinza, a minha postura também é meio-tom. O que agride demais os MEUS valores morais, eu rejeito. Mas não sou radical.
Eu acho louvável quem se dedica a consumir apenas produtos seguros para animais. Não estou sendo irônica, acho mesmo. Mas que não me cobrem por não agir da mesma forma. Afinal, eu não cobro ninguém por não pensar igual a mim.

E não esculpam minha “posição” em pedra. Me reservo o direito de mudar de opinião se um dia achar que tenho motivos para tanto.

Em relação à abordagem da leitora que perguntou: posso estar enganada? A pergunta pode ter sido feita de maneira ingênua? Olha, pode até ser. Mas a impressão que deixa não é essa.
Se a intenção não era de julgar, fica a dica pra não abordar esse tipo de tema dessa forma, se a pessoa não se mostrou aberta a isso.

 

Resposta da Re:

Resposta a uma leitora:

"Oi meninas, tudo bem?
Sou leitora/fã do blog há um bom tempo e pelo que consigo lembrar nunca foi falado nada a respeito da posição pessoal de vocês a respeito de testes em animais.
Sei que a Renata tem uma gatinha e que a Milena é fã de alguns produtos de empresas que realizam testes, como a Maybelline/L'oréal, mas gostaria de saber a opinião de vocês a respeito do assunto.
beijos"

Bem, o fato de a gente nunca ter falado sobre nossa posição a respeito disso, bem como nossa opinião sobre pena de morte, aborto, religião, futebol, etc, se explica por um motivo simples: a gente não quis falar. Se um dia der vontade, a gente fala, tá?

Ah, e eu tenho duas gatinhas! Eu tinha oito, mas aí a gente começou a escrever o blog e a receber vários produtos pra testar, então hoje em dia tenho só duas.

Bjs!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Azarão

 

Quem é mais nova (de idade) por aqui, talvez não conheça essa expressão. Era usada algumas décadas atrás e se referia a um evento de “sorte”, acaso, alguma coisa muito improvável que acontecesse, “against all odds”. É aquele em que ninguém aposta, mas que ganhou e ninguém consegue explicar como ou por quê.

É o que, pra mim, expressa o que eu sinto cada vez que descubro algum produto brasileiro que presta. E eu sei que muita gente não vai gostar de ler esse post, estou ensaiando há meses e nunca escrevi, mas finalmente vou desembuchar.

Eu não gosto de maquiagem brasileira. Ponto.

Antes que vocês comecem a apedrejar nos comentários ou clicar no botãozinho de “unfollow”, vou explicar isso direito.

Falo isso num sentido bem amplo: “maquiagem brasileira”.

Pra começar, quantas marcas existem aqui no Brasil? Relevantes, quero dizer. Devem existir algumas dezenas de pequenas empresas de cosméticos com muita boa vontade e poucos recursos pra vencer num mercado absurdo como o brasileiro. E meia-dúzia de empresas relativamente “grandes” que abarcam todo o mercado consumidor de produtos cosméticos fabricados no Brasil – quais sejam, Natura, O Boticário, Contém 1g, Vult, Tracta. Não fiz nenhuma pesquisa pra conferir essas informações, mas acredito que no mercado de maquiagem no Brasil sejam predominantes essas marcas.

Entre essas, por aí no meio perdidas, alguma marca com muita boa vontade e pouco poder de fogo, como Celso Kamura e Duda Molinos.

Desculpem por explicitar o óbvio, mas encaremos a verdade: a indústria cosmética no Brasil é insignificante. Medíocre, pra dizer o menos.

 

Aqui vale dizer que sempre fui uma grande incentivadora da iniciativa nacional. Sempre! E não culpo as empresas brasileiras por terem tantas falhas nos produtos. Em alguns casos, até poderíamos dizer que o esforço é pouco, mas penso que na maior parte das vezes faltam possibilidades reais de competir num mercado surreal como o brasileiro.

Surreal pelo seguinte: é um mercado incrivelmente rico. Vejam: enquanto em outros países, especialmente europeus e os Estados Unidos, as zilhares de marcas se degladiam por um pedacinho do mercado, pra fazer muito melhor pra conquistar alguns consumidores, aqui é o contrário: meia-dúzia de empresas – se tanto – vendendo pra centenas de milhões de mulheres que usam maquiagem. Pensem bem, é ridículo!

Aí a gente pensa: então por quê existe um mercado imenso, carente, sedento por qualidade (e às vezes quantidade mesmo!) que fica desprovido? Entre outras coisas, penso eu, por causa da carga tributária.

O Brasil, por algum motivo que me foge totalmente, insiste em tributar cosméticos norteado por uma total falta de lógica. Não consigo entender o motivo disso. Proteger a indústria nacional? Mais??!!?!! Fala sério! E como assim proteger, se a indústria nacional é tributada tão absurdamente quanto as importações desse setor?

Eu não consigo entender. Se alguém que estiver lendo isto conseguir compreender pode por favor me ajudar? Reconheço que talvez eu seja ingênua não conhecendo os motivos disso, e gostaria mesmo de conhecer. Porque da maneira que são as coisas, tributando insanamente as importações de cosméticos pra proteger e fortalecer o setor internamente, pra mim só faria sentido se a tributação para esses produtos produzidos no Brasil fosse muito menor do que é. [Ajuda necessária aqui pra entender isso.] 

 

Então, voltando. Até consigo compreender o motivo por que quando a gente encontra um produto nacional que presta, geralmente ele é caro em relação ao importado. E nesses casos eu realmente gosto de comprar os brasileiros. Sou uma patriota. Frustrada, raivosa, decepcionada, mas ainda crente.

Mas infelizmente eu me deparo quase sempre com a constatação com a qual eu comecei essa história toda: eu não gosto de maquiagem brasileira.

É fato que existem alguns poucos produtos legais, um aqui e outro ali, produzidos por uma ou outra empresa quase que por acaso, como um azarão mesmo. Um golpe de sorte, uma combinação bem sucedida de matérias primas, uma cor que casualmente caiu no gosto popular ou “deu certo”.

Será que só eu tenho a impressão de que esses poucos produtos brasileiros legais não são fruto de estudos de mercado e de tecnologia, e sim de sorte?  

Isso acontece pela falta de empresas competindo? Ora, vocês podem pensar: “Mas há muitas empresas brasileiras de cosméticos!” Eu penso que não. Relativo. Diante do tamanho do mercado brasileiro, a indústria de cosméticos no Brasil é um pum. Uma cabeça de alfinete. Um mosquito raquítico.

Um dia desses, essa semana ainda, prometo publicar uma pequena lista de produtos brasileiros que eu gosto e respeito. Claro que não experimentei todos, e nem pretendo, já que de cada vinte produtos que eu compro, dezenove e meio eu não gosto e fico p * da vida por ter jogado dinheiro fora.

E também não sou uma consumidora de maquiagem de grife. Queria eu! Porque… “Aaah, mas tem aquele pó da Contém 1g que é muito bom"!” É, tem, mas o que esse produto relativamente bom custa pra nosso bolso, proporcionalmente, equivale ao que custa pra uma mulher comum, em tantos outros países, a um produto de altíssima qualidade – ou mais!

 

Agora pronto. Podem me apedrejar nos comentários, eu sei que eu provavelmente mereço, mas é minha opinião. Prefiro gastar o dobro e comprar uma base YSL do que comprar uma maquiagem nacional que não vale um real. Sorry! 

 

Antes de terminar eu ainda queria dizer que, sinceramente, gostaria de nunca ter escrito nada dessas coisas. Gostaria que as coisas não fossem assim, mas são, e eu não gosto da idéia de fechar os olhos pra isso e fingir que os cosméticos nacionais merecem meu suado dinheirinho.

(Que venham as pedras. Podem mandar pau nos comentários, eu já estou preparada. rs Mas adianto: não vou transformar esse post num debate de idéias; cada um tem uma opinião diferente, essa é a minha, e não existe nada certo nem errado, só é uma questão de opinião.)

 

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