Aqui vai uma coletânea vapt-vupt de alguns assuntinhos dessa semana, que separadamente talvez não tivessem conteúdo para virar posts individuais, mas que podem interessar:
TRESemmé
ATENÇÃO: editei o post (lá no finalzinho), e o assunto é a fórmula brasileira dos produtos TRESemmé.
E não é que a linha de produtos para cabelo TRESemée chegou mesmo por aqui? E, devo dizer, a preços bem justos: R$16,59 o frasco com 400 ml na Droga Raia (tanto o shampoo quanto o condicionador).
Com o cartão de fidelidade Droga Raia, o shampoo teve desconto de R$ 6,11 e saiu por R$10,48. Já o condicionador teve um desconto maior (R$7,41) e acabou custando R$9,18. Nada mau, né?
Não só não achei o preço inicial nenhum absurdo (mais barato que Vizcaya e Éh, por exemplo, porque vem mais quantidade), como fiquei ainda mais satisfeita com a surpresa do desconto, que não estava anunciado. Quem quiser, corre lá que acho que dá tempo, comprei os meus ontem!

Escolhi a linha Reconstrução e Força para testar. Como primeiras impressões: gostei da espuma super densa e abundante que o shampoo faz, e de como o condicionador deixa os cabelos bem sedosos, sem melecar tudo.
O cabelo secou soltinho, macio e brilhante. Não usei leave-in nem nenhum outro tipo de tratamento, e praticamente não rolou frizz (coisa bem difícil de acontecer). Então, pelo menos por enquanto, eu classifico a experiência como um WIN. Mas pra formar opinião mesmo, preciso de mais tempo de uso.
Depois que ficamos órfãs dos produtos Herbal Essences (que além de ótimos, também tinham preços justos), quem sabe a TRESemée não vem preencher o vazio?
Oremos.
Anthelios Unifiant Mousse com cor (FPS 50)
Pipocou em vários blogs a notícia do lançamento desse protetor. Ando bem satisfeita no quesito protetor solar, mas sabe como é mulher, né? O time pode até estar ganhando, mas e a curiosidade? Ainda mais se junta a palavra MOUSSE no meio, aí ferrou. Li vários blogs que diziam que o produto era bom pra pele oleosa, então… Não aguentei e fui testar.

G-E-N-T-E.
Ó, isso não é uma resenha, tá? Porque eu só testei o produto. Mas… Meu conselho pra quem tem pele oleosa é: nem se dêem ao trabalho, passem longe. Bem longe. Ou vcs vão ficar com nojinho que nem eu fiquei, e a única coisa que vão conseguir pensar até chegar em casa é em lavar o rosto (coisa que fiz assim que possível, óbvio).
Não estou nem entrando no mérito da cor, do disfarce dos poros, nada disso. Destaco apenas a sensação extremamente oleosa e desconfortável. Me senti como se tivesse virado um frasco de silicone Niely Gold na cara. Uó.
Sei que tem gente que pode discordar. Mas eu acho que vale o alerta, porque até agora só vi rasgação de seda pro produto… Enfim.
Pincéis “EcoTools Cover”
Tô doida ou esses pincéis não parecem iguaizinhos aos
EcoTools? Não mexi pra verificar a qualidade das cerdas nem nada assim, mas olhando rápido dá até pra confundir, né?


O Google me disse que o pessoal encontra bastante essa marca de pincéis “Cala” lá pelo Paraguai. O que me leva a crer que na verdade eles são imitação genéricos dos EcoTools.
Mas como hoje em dia é tudo feito na China, vai saber né? De repente são até fabricados no mesmo lugar.
Vi na Ludovicus, na Liberdade.
Korres
Passeando pelo Shopping Paulista, dei uma paradinha no quiosque da Korres. Eles ainda não trouxeram muita coisa, acho que estão fazendo um test drive no mercado brasileiro. Então, tem poucos itens interessantes pra se ver no que diz respeiro à make.
Isso dito, eu fucei algumas sombras e gostei bastante da textura e pigmentação, viu? Tem uma cor neutra que achei linda, tipo um taupe/bege/cinza. E a sombra iluminadora é um chuchuzinho, me encantei com ela. Um brilho perolado super bonito, sem partículas de brilho aparentes.

O preço? 32 reais. Não tá de graça, mas até que achei razoável, o que vcs acham? Acho que dá uma lembrancinha legal pra uma amiga que goste de make. Ou um mimozinho para aqueles dias em que a gente precisa de uma recompensa.
Curiosamente, não encontrei a sombra vendida sozinha no site americano da marca. (???!)
Bom fim de semana! :)
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EDITADO:
A leitora Simone (obrigada, Simone!) avisou pelos comentários que havia lido em um blog que os produtos TRESemmé fabricados no Brasil tinham fórmula diferente dos produtos da mesma marca nos EUA e na Argentina.
Intrigada, fui catar o comparativo. Creio que se trata desse post aqui.
E aí - muito embora eu tenha gostado das primeiras impressões que tive com os produtos daqui - me pus a pensar.
E, por mais que eu tenha gostado do shampoo, achei uma puta de uma pilantragem da empresa mudar a fórmula.
Porra, sabe... Por que TUDO que vem pra cá precisa ser alterado??? Caceta, né.
No começo eu mesma ia caindo voluntariamente nesse papinho de “adaptação às necessidades brasileiras”. Acho que pra me sentir melhor, me sentir menos idiota, sei lá.
Mas no fundo, eu me senti humilhada como consumidora, como brasileira, como pessoa.
Se o shampoo tem a reputação que tem pela fórmula que tem, por que negar às brasileiras o direito de aproveitá-lo? Afinal, as meninas que fizeram a fama do produto por aqui, falavam do original, não da versão tupiniquim.
É como se alguém chegasse e decidisse pela gente o que a gente pode ou não experimentar/gostar. Sem nem dar chance de a gente discordar e provar o contrário. Como se nós não merecêssemos aquilo que outras consumidoras têm.
Eu não sei se eu ia gostar da fórmula original ou não. Mas isso não importa. O renomado shampoo Tresemmé não é o vendido aqui, e ponto final. E se não é o mesmo, não podia ter o mesmo nome.
Ou lançassem essa nova fórmula com outro nome, ou talvez adicionassem algumas linhas nacionais às linhas originais já existentes, sei lá. Mas vender gato por lebre é sacanagem, e estou muito decepcionada.
Na verdade, eu nem sei porque ainda espero alguma migalha de respeito das empresas em relação a nós, brasileiras. Elas estão me provando, cada vez mais, que isso simplesmente não existe. E não é por ser “terceiro mundo”, nem América Latina, nem nada assim. Porque as hermanas moram aqui do lado, e são respeitadas. O problema é especificamente com o Brasil.
A gente é a borda de pizza do mundo, mesmo.
Mas prometo que essa foi a última vez que eu cogitei esperar algo digno de confiança e respeito de qualquer lançamento "brasileiro" de uma marca importada. Daqui pra frente, eu não baixo mais a guarda.